Polícia

“Maníaco da Calcinha” é preso em Manaus suspeito de estuprar mulheres e guardar peças íntimas das vítimas

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Homem teria atraído mulheres por meio de anúncios de emprego e já possuía registro policial por suspeita de estupro

Um homem conhecido pelo apelido de “Maníaco da Calcinha” foi preso pela Polícia Civil nesta sexta-feira (4), em Manaus, sob suspeita de envolvimento em uma série de crimes contra mulheres. Entre as acusações investigadas estão estupros e a prática de guardar as calcinhas que seriam das vítimas após os ataques.

As investigações apontam que o suspeito teria utilizado falsas oportunidades de trabalho para se aproximar das mulheres. Anúncios para serviços domésticos, como diarista e babá, estariam entre as estratégias utilizadas para marcar encontros com as vítimas.

O caso mais recente teria sido registrado nas proximidades da Avenida das Torres, na zona Norte de Manaus, onde uma mulher teria procurado ajuda após o suposto crime.

Suspeito já havia sido investigado por estupro

A ficha policial do homem também chamou a atenção dos investigadores. Ele já havia sido registrado em uma ocorrência de estupro em 2023.

Na ocasião, conforme as informações repassadas pela polícia, o suspeito teria ido até um imóvel demonstrando interesse em comprá-lo. Ao perceber que a proprietária estava sozinha, ele teria cometido o estupro e utilizado violência e ameaças para impedir que a vítima reagisse.

O episódio passou a integrar o conjunto de informações analisadas pela polícia após novas denúncias contra o homem.

Ex-companheira também teria denunciado comportamento abusivo

Além das acusações envolvendo outras mulheres, o suspeito também teria sido denunciado anteriormente pela própria ex-companheira.

Segundo as informações do caso, ela teria relatado comportamentos abusivos e perseguição, registros que agora são considerados pelos investigadores dentro do histórico atribuído ao homem.

Peças íntimas teriam sido guardadas após os crimes

Um dos elementos que deu origem ao apelido “Maníaco da Calcinha” é a suspeita de que o homem guardava as peças íntimas das mulheres após os ataques.

A Polícia Civil deverá reunir depoimentos, registros anteriores e demais elementos de investigação para esclarecer quantas vítimas podem estar relacionadas ao suspeito e quais crimes poderão ser formalmente atribuídos a ele.

As acusações ainda serão apuradas no decorrer do processo, e o homem é considerado suspeito até eventual condenação pela Justiça.

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