Política

Após luta de Sinésio Campos pela quebra do monopólio do gás, nova estação da UTE Manaus 1 passa a abastecer energia para até 800 mil pessoas na capital

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Estrutura construída na Zona Leste fortalece a transição energética do Amazonas, gera mais de 3.600 empregos e amplia distribuição de gás natural para Manaus

O deputado estadual Sinésio Campos (PT) participou, nesta segunda-feira (25), da inauguração das instalações da Usina Termelétrica (UTE) Manaus I, localizada no Distrito Industrial II, na Zona Leste de Manaus. A nova estrutura passa a operar com fornecimento de gás natural por meio do Gasoduto UTE Manaus 1, empreendimento considerado um dos principais resultados da quebra do monopólio do gás no Amazonas, resultado da atuação direta do parlamentar. A estação possui capacidade de distribuição de até 840 mil metros cúbicos de gás por dia, enquanto a usina conta com capacidade instalada de 163 megawatts (MW), suficiente para atender uma demanda energética equivalente a cerca de 800 mil habitantes da capital.

O Gasoduto UTE Manaus 1 possui 7 quilômetros de extensão e integra os investimentos da expansão da Rede de Distribuição de Gás Natural (RDGN) no Estado. Além do abastecimento da termelétrica, o sistema também permitirá ampliar a oferta de gás natural para os setores industrial, comercial, residencial e veicular. A operação é monitorada remotamente pelo Centro de Controle Operacional (CCO) da Cigás, garantindo segurança, confiabilidade operacional e maior eficiência no fornecimento energético de Manaus.

Durante a cerimônia, Sinésio destacou que a abertura do mercado do gás permitiu transformar uma riqueza natural do Amazonas em desenvolvimento econômico, geração de empregos e melhoria da infraestrutura energética do Estado. “O gás embaixo da terra não gera emprego e renda. Hoje estamos vendo o gás produzido em Coari chegar às térmicas de Manaus, movimentando a economia, gerando mais de 3.600 empregos e garantindo energia de qualidade para a população. Transição energética é a palavra de ordem”, afirmou o deputado.

Projetada para operar com combustível menos poluente e com possibilidade futura de conversão para hidrogênio verde, a UTE Manaus I utiliza tecnologia de ciclo combinado, garantindo maior eficiência energética e redução significativa das emissões quando comparada às usinas movidas a óleo diesel e óleo combustível. Segundo Sinésio Campos, a entrada em operação da usina representa um marco estratégico para o Amazonas, fortalecendo a soberania energética, atraindo novos investimentos e impulsionando o desenvolvimento sustentável da capital amazonense.

Fotos: Ytallo Byancco/Aleam

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