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Plínio parabeniza mobilização de lideres indígenas e população do Pará que levou o presidente Lula recuar e revogar o decreto de privatização dos Rios Tapajós, Amazonas e Tocantins

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Plínio parabeniza mobilização de lideres indígenas e população do Pará que levou o presidente Lula recuar e revogar o decreto de privatização dos Rios Tapajós, Amazonas e Tocantins

_ A revogação do decreto original suspendeu essa ofensiva, mas por quanto tempo? eu não sei por quanto tempo, eu só sei que o tempo que eu tenho aqui, deste primeiro mandato, porque o segundo vai vir, eu gastarei combatendo essa insensatez, essa hipocrisia e essa cretinice _ avisou Plínio.

BRASÍLIA. Em discurso na tribuna do Senado, o senador Plínio Valério (PSDB-AM), parabenizou a mobilização de lideranças indígenas e comunidades ribeirinhas do Pará que levaram o presidente Lula a revogar o decreto que incluía no programa de privatização hidrovias dos rios Tapajós, Madeira e no Tocantins. Plinio lembrou que a reação popular foi tão forte contra a agressão ambiental representada pelo controle do rio da Amazônia que o Governo recuou. Mas alertou que não confia que esse recuo seja permanente, já que o governo já admitiu retomar o programa após as eleições, em 2027 e a cobiça de empresas estrangeiras nas riquezas naturais da Amazônia são enormes.

_ A anulação do decreto original não significa, por si só, que o Governo desistiu dos seus motivos, até porque trata-se do PT. Os recursos naturais lincados aos grandes rios da Amazônia são motivo de cobiça, e já faz tempo isso. Vocês, que não são da Amazônia – eu, que sou – a gente aprende mesmo com os nossos professores, ao falar sobre a cobiça internacional. Daí, a gente desvendou isso aí na CPI das ONGs _ lembrou Plínio.

Como o “povo guerreiro” do Pará, Plínio lembrou que no Amazonas ele e a população também já haviam começado a se movimentar contra a privatização dos rês principais rios da Amazônia, que transformariam os amazônidas em capachos para enriquecer as grandes empresas multinacionais colonialistas.

_ As dragagens, embora agora paralisadas, já foram iniciadas e poderão ser retomadas. Eu não confio no Governo do PT. A população indígena se mobilizou e conseguiu uma vitória, mas os interesses que levaram a essa mobilização permanecem acesos _ disse Plínio.

Plínio disse que só quem ganha com as privatizações são as multinacionais que exploram o extrativismo mais primitivo. E comunidades regionais indígenas, evidentemente, não terão mais espaço. Os moradores sabem que serão expulsos e que terão o seu território inviabilizado

_ O Tapajós, o Tocantins e o Madeira estão entre os mais importantes rios da Amazônia e têm um significado especial. Basta dizer que estão entre os principais habitats do boto cor-de-rosa, que tanto se propaga e tanto se fala, mas que estaria ameaçado de forma cruel caso essa dragagem começasse _ alertou Plínio

_ A revogação do decreto original suspendeu essa ofensiva, mas por quanto tempo? eu não sei por quanto tempo, eu só sei que o tempo que eu tenho aqui, deste primeiro mandato, porque o segundo vai vir, eu gastarei combatendo essa insensatez, essa hipocrisia e essa cretinice _ avisou Plínio.

_ A revogação do decreto original suspendeu essa ofensiva, mas por quanto tempo? eu não sei por quanto tempo, eu só sei que o tempo que eu tenho aqui, deste primeiro mandato, porque o segundo vai vir, eu gastarei combatendo essa insensatez, essa hipocrisia e essa cretinice _ avisou Plínio.

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