Senador destacou que recursos parlamentares ajudaram a sustentar atendimentos nos municípios e cita melhorias em hospitais e maternidades de Manaus e do interior
O senador e candidato à reeleição Plínio Valério (PSDB-AM) criticou, nesta quarta-feira (09/09), a atuação do Governo do Amazonas na saúde dos municípios do interior e afirmou que as emendas parlamentares tiveram papel fundamental para evitar um cenário ainda mais grave na rede pública. Em entrevista ao programa de Valdir Correia, na FM do Povo, o parlamentar destacou ter indicado R$ 485,5 milhões para a área ao longo do mandato.
Na avaliação de Plínio Valério, o governo estadual deixou os municípios sem o suporte necessário nos últimos anos, fazendo com que prefeituras dependessem ainda mais de recursos destinados pela bancada federal para manter serviços e ampliar estruturas de atendimento.
“Nesses oito anos, o governo do Estado abandonou os municípios. Se não fossem as emendas parlamentares, não apenas as minhas, o interior já teria colapsado”, disse.
Do total indicado por Plínio Valério para a saúde, R$ 485.500.763,60 foram destinados a ações em Manaus e no interior.
“Essas emendas se transformaram em remédios, leitos de UTI e equipamentos, porque eu entendo que a saúde é, para todos nós, o mais importante. Sem saúde, não tem como fazer nada”, declarou.
Mãe Canguru
Durante a entrevista, Plínio Valério citou como exemplo o setor Mãe Canguru da Maternidade Ana Braga, em Manaus. Recursos indicados pelo senador contribuíram para melhorar a estrutura destinada às mães e aos bebês prematuros, com espaço climatizado, banheiro, chuveiro e poltronas para o contato entre mãe e bebê.
Para o senador, a visita à unidade permitiu ver de perto como uma emenda parlamentar pode deixar de ser apenas um número no orçamento e se transformar em mais dignidade no atendimento.
“Eu saí de lá feliz porque a emenda permitiu dar melhores condições às mães. Hoje elas têm conforto, sala especial e uma estrutura que não existia há 20 anos. Na saúde, conseguimos ajudar maternidades e hospitais. E esse dinheiro não é meu, é do povo”, ressaltou.


